27 outubro 2012

Sadismo à morte ...


Nossas brincadeiras são pesadas ou será que você é fraco ?

No leste da Europa em um campo no meio do nada e apenas uma casa grande e velha, a luz fugia ao seu redor, o chão tremia a cada noite torturante que se passava, o morador parecia um mendigo nojento em aparência, mas que continha uma enorme quantidade de dinheiro ganhado da pior forma possível e com um esforço. Ele era um tipo de vendedor de brinquedos humanos, as pessoas mais doentias compravam, e não custava nada barato, o comércio era grande e espalhado no mundo inteiro, uma vida ilegal que ia acabar em enorme tragédia.
Dyke, como era chamado por seu nome falso, fazia a diversão dos sádicos espalhados pelo mundo, os compradores de seus “brinquedos” na maioria das vezes, pessoas importantes, ricos, e que não causavam a mínima desconfiança dos jogos doentios que fazia.
As pessoas escolhidas para virarem brinquedos geralmente chagavam de olhos vendados e amarradas, mulheres na maioria das vezes, mas sempre aparecia garotos ainda jovens dependendo da vontade de seus compradores. 



Depois de uma inspeção feita por Dyke ele levava para a “clinica” clandestina feita por ele, com instrumentos que comprou ilegalmente, claro. Ele banhava suas vítimas, para ficarem limpas e começar o terror, logo depois deitava suas vítimas e os colocava para dormir.
Então dava-lhes um novo nome e identidade ou o nome que o comprador programado queria que desse, essas pessoas nunca existiram, agora virarão apenas brinquedo para o prazer dos poderosos. Você deve está perguntando de onde as pessoas vieram certo¿ Pois bem com dinheiro tudo fica mais fácil, mas ai fica o mistério, apenas um homem de nível mais baixo que Dyke lhes trazia, não se sabe se este homem matava toda a família da vítima ou simplesmente comprava dos mais pobres, só se sabe que depois que pegas, nunca mais serão vistas.
Na manhã, é o dia da grande operação de uma garota que o comprador mandou rotular de Luda,  a menina ainda estava dormindo por causa do anestésico da noite passada. Dyke  colocou deitada na mesa de operação e administração de anestésicos para a operação começar. Luda nunca mais andará em sua vida, deve está se perguntando porque não resistirá mais em pé, simples, Dyke amputou as pernas e os braços! amputou os braços bem acima cotovelos e as pernas bem acima dos joelhos. Para nunca ficar longe de seu novo dono.
Dyke não deixou seus escravos apenas com tocos se braços o pernas, logo depois anexou uma barra de metal, o centímetro o comprador que escolhe, firmemente aos ossos  de seus braços e pernas, logo depois costurou suas feridas e torceu para que a vítima sobrevivesse, na maioria das vezes sobrevivia, se não seria de grande prejuízo. Havia uma outra extremidade de metal onde tinha uma rosca de parafuso onde Dyke anexava um o-ring, quando ela estava pronta, ele facilmente assegurava com uma corrente ou cadeado.
Muitas vezes seu ou sua comprador(a) aparecia para ver se Dyke fazia um trabalho bem feito, ele cumpria com seus deveres com maior prazer. Mas ainda faltava um caminho a percorrer. A operação ainda não estava pronta somente amputando os braços e as pernas. Em seguida Dyke também cortava suas cordas vocais, para não falar nem fazer ruídos,  para quando chegar a grande hora de sua viagem, para seu comprador sádico não fazer nenhum barulho suspeito .
Com isso a operação estava pronta, ele dava uma ou duas semanas para as feridas cicatrizar.
Para comer Dyke dava apenas sopa fina em uma garrafa e fórmulas com vitaminas e minerais, uma ou duas vezes ao dia, para ele, não seria bom dar comida demais, porque poderia engordar, e seu comprador não ficaria nada satisfeito. Quando a vítima não podia se mover Dyke as levava no banheiro algumas vezes ao dia. Quando Dyke estava fora para  negócios de novas vítimas, geralmente colocava um cateter  em seu trato urinário. “Desde que a vítima não comesse muito, não fazia suas necessidades muito”
Dyke os fazia de escravos, brinquedos sexuais também, ele meio que “domava” suas vítimas para o novo o dono. Com um certo tempo de torturas que ele as chamava de domar, a vítima, ou “Luda”, não se tornou uma escrava apenas fisicamente, mas também mentalmente, se tornando totalmente submissa. E assim era com todas suas vítimas, ou dependendo do comprador, alguns não queriam que amputasse os braços, somente as pernas para não fugir, outros queriam apenas as cordas vocais para ter o prazer de ouvir seus gritos e xingamentos. Antes do toque final, o comprador fez uma exigência, mandou Dyke  tratar os olhos de Luda com um laser, mas não deixa-la completamente cega, somente para ser capaz de ainda reagir a luz fortes, mas não podia reconhecer mais nada. Agora a vítima não faz barulho, não se move, não ver direito.  Completamente entorpecida, não se mexendo muito quando torturadas e apenas vendo as reações dos corpos o aumento da velocidade de respiração, e a expressão  em seu rosto. Ela está sofrendo de dor. Esse era o trabalho de Dyke.
Quando a vítima recuperava, agora em um brinquedo de torturas indefeso e pronto para ser entregue a seu dono, sem se preocupar com mais nada, Dyke ganhava muito dinheiro. E a vítima percorria uma grande viagem, ah claro, fazer viagem com essas vítimas que nem sequer se movem era como levar cachorro pra passear na rua, pra quem tinha dinheiro. Tudo era possível.
 Dyke apenas dizia a seguinte frase para seus clientes: “Eles são muito fáceis de manter: um pouco de comida, só precisa de um pouco de cuidado (limpeza diária). Eles são imobilizados, você pode anexá-los a qualquer objeto, e até mesmo fazer "decoração" fora delas. Eles não podem falar, ou ver, eles são completamente sensório-privadas.  Eles  são bem treinados para sexo oral e tem sido torturados e abusados pesadamente. Brinquedos mulher podem ficar grávida, então anticoncepção é aconselhável, a não ser que você goste de ter uma escrava de  brinquedo  grávida.


Inspirado na história que rolou ao qual o povo dizia ser da "Deep Web": Lolita Slave Toys (Só que um pouco mais censurado) com o famoso filme O Albergue, e mais alguns elementos da imaginação fértil.

Um comentário: